Oi boas vindas!

Bem vindos a minha pagina fiquem a vontade pra matar saudades desse tempo que infelismente ñ volta mais!mas ficara gravado pra sempre em nossos coraçoes beijos

sábado 19 março 2011 06:19


SHARON TATE: DUAS VIDAS PERDIDAS (1943/1969)

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Sharon Marie Tate (Dallas, 24 de Janeiro de 1943 — Los Angeles, 9 de Agosto de 1969) foi uma atriz norte-americana e uma das mulheres mais bonitas da Hollywood da década de 1960. Morreu aos 26 anos de maneira trágica, brutalmente assassinada, aos oito meses de gravidez, pela notória Família Manson.

Sharon foi a primeira de três filhas a nascer da união entre o coronel Paul Tate e Doris Tate. Aos seis meses, ganhou o seu primeiro concurso de beleza, sendo coroada Miss Tiny Tot de Dallas, Texas, sua cidade natal. Os seus primeiros trabalhos na vida artística foram como modelo de comerciais, editoriais de moda e capas de revista, tornando-se uma das cover-girls mais conhecidas do país.

Sharon começou a chamar atenção no mundo do cinema com sua aparição em Não Faça Onda, de 1967, uma comédia hedonista com Tony Curtis e Claudia Cardinale, pelo seu corpo perfeito e seu lindo rosto , o que a levou a estrelar a comédia de humor negro. A Dança dos Vampiros, de Roman Polansky, cineasta polonês com quem se casou em 1968 e formou um dos casais mais charmosos e populares do meio artístico nos Estados Unidos e na Europa, com seus passos perseguidos pela imprensa de todo o mundo.

Sharon Tate começava a atingir o superestrelato no final dos anos 1960, depois de ser uma das protagonistas do filme O Vale das Bonecas (1967), baseado no best-seller de Jacqueline Susann e do último filme da série Matt Helm, com Dean Martin, quando sua carreira e sua vida foram interrompidas por seu brutal assassinato e de mais três amigos, todos da sociedade de Los Angeles, dentro de sua própria casa por integrantes da Família Manson, comandada pelo psicopata Charles Manson, enquanto seu marido se encontrava na Europa, produzindo um novo filme.

O ASSASSINATO


O casamento com Roman Polanski
Feliz,esperando o primeiro filho, que nunca nasceu.

Sharon estava então grávida de oito meses e meio de seu primeiro filho e seu assassinato foi considerado uma das maiores tragédias ocorridas na sociedade e na história criminal americana.

Charles Manson, o mentor intelectual da chacina, e seus assassinos, Charles “Tex” Watson , Susan Atkins e Patricia Krenwinkel, autores do que ficou conhecido como o Caso Tate-LaBianca, foram condenados à morte, pena depois comutada pelo estado da Califórnia em prisão perpétua. Todos estão presos até hoje, tendo sido negadas todas as petições de liberdade condicional através dos anos.

A HISTÓRIA DO CRIME

Já era quase meia noite de 9 de agosto de 1969 quando um homem e três mulheres subiram em um poste telefônico e cortaram a linha da propriedade de estilo country da 10050 Cielo Drive, na Califórnia.

Enviados pelo serial killer Charles Manson, Charles Watson, Susan Atkins, Linda Kasabian e Patricia Krenwinkel tinham uma missão naquela noite, destruir a casa do músico Terry Melcher e matar todo mundo que estivesse lá.

A obsessão de Manson por Melcher começou um ano antes, quando ambos foram apresentados pelo Beach Boy Dennis Wilson. Na época, o serial killer era um compositor de rock iniciante que queria um contrato. Terry Melcher se recusou a fechar um negócio.

Em março de 1969, Manson descobriu que Terry Melcher não morava mais na casa da Cielo Drive. O assassino foi procurar o músico na propriedade, apenas para descobrir que ela havia sido alugada pelo cineasta Roman Polanski e sua esposa, a atriz Sharon Tate. A ordem de destruição de propriedade e assassinato foi dada no dia 8 de agosto, e concretizada a sangue frio uma noite depois.

Polanski estava em Londres trabalhando em um filme, mas a casa não estava vazia. Além de Tate, estavam Wojciech Frykowski, amigo do cineasta, Jay Sebring, cabeleireiro de Tate, e a amiga da atriz Abigail Folger.

Os quatro integrantes da família Manson encontraram primeiro Frykowski, que após ser agredido, ouviu de Susan Atkins "Eu sou o demônio, e vim aqui para fazer o trabalho do demônio". Todos então foram levados para uma sala, amarrados e esfaqueados brutalmente.

Em sua biografia, Charles Watson contou que esfaqueou Tate dezesseis vezes, enquanto ela implorava por misericórdia para ter seu filho. A atriz teria implorado para viver o suficiente apenas para dar a luz, até morrer dizendo apenas "mãe... mãe...". Antes de deixarem a casa, Susan Atkins ainda escreveu a palavra "porco" com o sangue da atriz na porta principal.

Os assassinos e Manson foram presos apenas em dezembro de 1969. O julgamento da Família Manson começou em 1970, mas terminou apenas em 1971. Todos foram condenados à pena de morte, mas tiveram suas sentenças reduzidas para prisões perpétuas. Linda Kasabian, porém, foi liberada por ter sido testemunha de acusação no mesmo ano.

Embora Manson tenha se tornado um completo recluso na prisão, Patricia Krenwinkel se tornou professora na cadeia, e é conhecida por seu comportamento exemplar. Já Charles Watson poderá tentar liberdade condicional em 2011, quando terá 65. Ele se converteu ao cristianismo e escreveu uma biografia sobre a Família Manson. Um comitê de avaliação da Califórnia negou, no dia 2 de setembro de 2009, de forma unânime, oum novo pedido de liberdade condicional feito por seus advogados, mesmo com Susan sofrendo de um câncer terminal. A decisão dos 12 membros do comitê foi tomada após uma longa audiência, durante a qual Atkins esteve presente, sedada em uma maca.


Susan Atkins morreu aos 61 anos, em 24 de setembro de 2009, na California Institute for Women, três semanas após seu último pedido de liberdade, onde cumpria a pena desde 1969, com sua morte sendo anunciada como por causas naturais. Seu marido, James Whitehouse, fez a seguinte declaração: "Susan morreu em paz cercada pelos amigos e por seus entes queridos, apoiada pela incrível equipe do centro médico da prisão... sua última palavra foi 'Amém'... ninguém na face da Terra trabalhou mais para reparar um erro irreparável do que ela.."

Já era esperado que Susan Atkins viria a morrer na prisão, depois de ter uma perna amputada, sofrendo de câncer no cérebro e sem conseguir liberdade condicional. Encarcerada há 40 anos, ela era a mais antiga presa do sistema penitenciário da Califórnia e estava com 85% do corpo paralisado pela doença.


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FILMOGRAFIA


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12 + 1 (1969) .... Pat

The Wrecking Crew (1969) .... Freya Carlson

O Bebê de Rosemary (1968) (sem créditos) .... Girl at Party

... ou "Rosemary's Baby" - USA (título original)

O Vale das Bonecas (1967) .... Jennifer North

... ou "Valley of the Dolls" - USA (título original)

A Dança dos Vampiros (1967) .... Sarah Shagal

... ou "Dance of the Vampires" - USA (título original)
Don't Make Waves (1967) .... Malibu

Eye of the Devil (1966) .... Odile de Caray

"The Beverly Hillbillies" .... Janet Trego / ... (15 episódios, 1963-1965)

- The Possum Parade (1965) episódio de TV .... Janet Trego

- Possum Day (1965) episódio de TV .... Janet Trego

- The Clampetts vs. Automation (1965) episódio de TV .... Janet Trego

- Double Naught Jethro (1965) episódio de TV .... Janet Trego

- Dash Riprock, You Cad (1965) episódio de TV .... Janet Trego

"The Man from U.N.C.L.E." .... Therapist (1 episódio, 1965)

- The Girls of Nazarone Affair (1965) episódio de TV .... Therapist

Não Podes Comprar o Meu Amor (1964) (sem créditos) .... Beautiful Girl

... ou "The Americanization of Emily" - USA (título original)

"Mister Ed" .... Garota / ... (2 episódios, 1963)

- Love Thy New Neighbor (1963) episódio de TV .... Telephone Operator

- Ed Discovers America (1963) episódio de TV .... Garota

Aventuras de Um Jovem (1962) (sem créditos) .... Burlesque Queen

... ou "Hemingway's Adventures of a Young Man" - USA (título original)

Barrabás (1961) (sem créditos) .... Patrician In Arena

... ou "Barabba" - Itália (título original)



sábado 19 março 2011 06:14


novela Nina

NOVELA: NINA (1977)

Autoria: Walter George Durst
Direção: Walter Avancini e Fabio Sabag
Período de exibição: 27/06/1977 – 13/01/1978
Horário: 22h
Nº de capítulos: 142

Novela de época passada entre 1926 a 1929, Nina aborda os conflitos decorrentes da introdução de valores modernos numa sociedade tradicional. O papel-título é vivido por Regina Duarte, jovem professora do interior que inicia sua carreira num dos mais importantes colégios do São Paulo. Ao saber que o colégio havia rejeitado a matricula de Isadora (Izabela Garcia),uma menina de oito anos, porque ela era filha de artistas, a professora manifesta-se contra a decisão. Além dos obstáculos ideológicos, Nina tem de disputar o amor de Bruno(Antônio Fagundes) com outra mulher.

A partir do capitulo 73, uma estudante é assassinada no colégio onde Nina trabalha, e a professora é acusada do crime. Inicia-se uma nova fase da novela. A trama fica mais intensa e movimentada. Nina fez sua estréia em 27/07/77 a 13/01/78 as 22:00hs. Em 1977, estreava Nina (Globo), às 22h, de Walter George Durst, com direção de Fábio Sabag. No final de 1976, o autor preparava a novela que iria substituir Saramandaia, de Dias Gomes, no horário: Despedida de Casado.

Mas a criativa censura vetou, pois julgava o tema (separação de casais, imagina?) muito forte para a TV. O autor, então, teve que fazer uma substituição.Enquanto a emissora reprisava O Bem-amado, de Dias Gomes, ele escrevia a nova obra. A trama girava em torno da doce Nina (Regina Duarte) que se empregava como professora em um rígido colégio, onde a moral da década de 20 estava instalada.

Ela teve que enfrentar alguns obstáculos, principalmente a família do barão Antônio Torres Galba, vivido pelo inesquecível ator Mário Lago, que era um membro ativo do Partido Republicano Paulista. A luta da moça para impor novas idéias e o seu amor pelo italiano Bruno (Antônio Fagundes) foram muito criticados, por causa dos costumes da época. Arlete (Rosamaria Murtinho), filha do barão que disputava com Nina o amor de Bruno também desagradou a alguns. No meio deles girava a boate Lyra das Mimosas, comandada por Madame Naná (Elza Gomes, que saudade!).

A atriz Regina Duarte voltava à telinha, depois de três anos ausente, e começava a apagar a imagem de namoradinha do Brasil, o que se consolidaria com a série Malu Mulher, em 1979. A novela foi prejudicada pela censura, que impedia o aquecimento da história. Foi a primeira novela na Globo do ator Fábio Jr., como o Anjo (Alvinho). É importante que as pessoas não confundam esta novela com Gina, de Rubens Ewald Filho, de 1978, que foi exibida no horário das 18h, tendo Christiane Torloni como protagonista.

A obra contava com Maria Fernanda, Regina Viana, Marcos Paulo, Osmar Prado, entre outros. Personagens, cenarios, da trilha sonora sensacional e do elenco realmente inspirado...'nina' é fruto de uma novela proibida ('Despedida de Casado'), assim como 'pecado capital', um ano antes, tambem tinha sido resultado de uma outra novela, igualmente vetada pela censura ('Roque Santeiro'), e que obteve grande sucesso de audiencia e prestigio...'Nina' era muito bem produzida, a época retratada (anos 20) era primorosa, tanto na direçao de arte, como texto e direçao, enfim, um dos muitos acertos da globo, na fecunda decada de 70...

No numeroso elenco, rosamaria murtinho ('Arlete Galba') era um grande destaque, assim como elza gomes ('Madame Naná') e suas 'meninas' dançarinas de um cabaré, antonio fagundes ('Bruno'), osmar prado ('Morungaba'), mario lado ('Galba'), jose lewgoy, maria fernanda e, principalmente, regina duarte, no papel titulo e ja se despedindo do rotulo de 'namoradinha do brasil', ainda que 'Nina' pudesse ser considerado um personagem com as caracteristicas de uma heroina romantica...pra quem viu, certamente, trata-se de uma telenovela com muitos atributos e qualidades, bem acima da média, mesmo tendo sido escrita numa epoca onde se ousava e acertava mais...pra sempre, na memória!

CURIOSIDADES DA NOVELA NINA

Antonio Fagundes fala do seu personagem Bruno:Meu primeiro papel italiano fiz em uma novela de Walter Jorge Durst, "Nina". Inclusive, a Regina Duarte trabalhou comigo, em 1977. E o primeiro italiano a gente nunca esquece: o personagem se chamava Bruno. Depois, fiz um outro personagem de um autor italiano que fez muito sucesso, e foi muito importante para minha carreira. Mario Lago ganhou premio com a novela Nina!!

Em 1977, lançou o livro "Bagaço de Beira-Estrada" e interpretou o personagem Antônio Galba na novela "Nina", de Walter George Durst, com o qual ganhou o prêmio de melhor ator da Associação Paulista de Críticos Teatrais. * A novela que Walter George Durst planejava era Despedida de Casado, mas ela foi censurada. Na verdade, quando começava a produzir a substituta das 22h, a Rede Globo mandou quatro sinopses para serem apreciadas pela censura:

O Casamento (nome provisório de Despedida de Casado), Dona Flor e Seus Dois Maridos, A Vida Como Ela É' e A Vida Escrachada de Baby Stompanato. Destas, apenas O Casamento havia sido aprovada, mas quando os censores viram em vídeo os trinta capítulos de Despedida de Casado que já haviam sido gravados, a opinião mudou, trazendo prejuízo de cinco milhões de cruzeiros.

Praticamente todo o elenco de Despedida foi reaproveitado para Nina. Foi um dos mais apurados trabalhos de criação até a época, mas acabou não agradando o público. Entre Saramandaia e Nina, foi reprisada a novela O Bem Amado, em compacto de 60 capítulos, de janeiro a julho de 1977. chamada na fase 2

Na segunda fase da novela ,a chamada mudou para "Nina , A la Garçone " e o corte de cabelo de Regina Duarte também mudaria .


TRAMA:

Nina se emprega como professora no rígido colégio, onde a moral da década de 20 está instalada em todos os seus conceitos. Ao saber que a escola havia rejeitado a matrícula da menina Isadora porque ela é filha de artistas, a professora manifesta-se contra a decisão. A partir daí, a trama se desenrola contrapondo os ideais de Nina aos dos personagens conservadores. Através de seus liberalismos, ela enfrentará obstáculos intransponíveis, principalmente com a família do barão Antônio Torres Galba, membro ativo do PRP - Partido Republicano Paulista.

Sua luta para impor novas idéias e o seu amor pelo italiano Bruno são duramente contestados, pelos costumes da época em relação à sua posição, e por Arlete, filha do barão, na disputa de Bruno. Ele é um imigrante italiano que administra os bens da família Galba. Arlete se apaixona pelo homem de confiança de seu pai e faz de tudo para conquistá-lo.

Mas um crime acontece no colégio onde Nina trabalha. Uma aluna é assassinada, e a culpa recai sobre a professora, que passa a lutar por sua inocência.

ELENCO

REGINA DUARTE - Nina

ANTÔNIO FAGUNDES - Bruno a família Galba
ROSAMARIA MURTINHO - Arlete
MÁRIO LAGO - Antônio Torres Galba
MARIA FERNANDA - Mariana
REGINA VIANA - Marta
KÁTIA D'ANGELO - Maria Clara
SÔNIA REGINA - Ana Cândida
MÁRIO CARDOSO - João Cláudioos Mordedores
MARCOS PAULO - Miguel
OSMAR PRADO - Morungaba
CARLOS GREGÓRIO - Nélio
FÁBIO JÚNIOR - Anjo (Alvinho) os dançarinos
JOSÉ LEWGOY - Professor Frasão
ISABELA GARCIA - Isadoraa Lyra das Mimosas
ELZA GOMES - Madame Naná
MARIA CLÁUDIA - Doralda
LÚCIA ALVES - Chiquinha
MARIA HELENA VELASCO - Geni
ANA MARIA NASCIMENTO E SILVA - Iracema
MARÍLIA BARBOSA - Mazinhaos cineastas
ARY FONTOURA - Fialho
MARIA ZILDA - Mimio colégio
JOSÉ AUGUSTO BRANCO - Dr. Lourival
SÔNIA OITICICA - Angélica
ARACY CARDOSO - Dalva
MARIA POMPEO - Clorinda
NORMA SUELY - Sagradaos estudantes
LAURO GÓES - Clemente
PAULO RAMOS - Afrânio
VANÍSIO MELLO - Clóviso povo
BRANDÃO FILHO - Simão
ROSITA TOMÁZ LOPES - Marcolina
LÚCIA MELLO - Tetéia
PAULO GONÇALVES - Arturo
REGINA MACEDO - Antonela
TELMO AVELAR - José Alípio
CHICA XAVIER - Escolástica
FERNANDO JOSÉ - Anacleto Fonseca
FERREIRA LEITE - Sinésio
LINA ROSSANA - Rosário
ROSANA PENNA
LUIZ ARMANDO QUEIRÓZ - Dr. Agripino
CLÁUDIO CAVALCANTI - Grimaldi

BASTIDORES


No final de 1976, Wálter George Durst preparava a novela substituta para Saramandaia no horário das dez. Escrevia Despedida de Casado. A novela estava com produção adiantada e capítulos gravados quando foi vetada pela censura, por julgar o tema (separação de casais) impróprio. Durst teve que preparar uma substituta. Enquanto a Globo reprisava O Bem Amado, ele começou a escrever Nina, que aproveitou o elenco original de Despedida de Casado.

Estrelada por Regina Duarte, no papel-título, afastada há três anos e meio das novelas, Nina começava a apagar da atriz a imagem de "Namoradinha do Brasil", o que se consolidaria com a série Malu Mulher a partir de 1979.

Um dos mais apurados trabalhos de criação dos que tiveram acesso à televisão até então. Tão apurado que não motivou o grande público.

Uma mudança na história, a partir do assassinato de uma aluna no colégio, motivou uma sequência - Nina, À La Garçonne, assim intitulada devido ao corte de cabelo que a personagem é obrigada a fazer. Muito prejudicada pela censura, que quase deixava impraticável o seguimento da ação.

As cenas externas de época foram gravadas na Estação da Luz, na capital paulista; em Bananal, limite dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo; em Santa Teresa, Praça Mauá, Centro e Alto da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro.

Primeira novela na Globo do ator-cantor Fábio Júnior.

Cláudio Marzo, que integrava o elenco de Despedida de Casado, gravou 20 capítulos de Nina e saiu. Seu personagem ficou com Marcos Paulo.

Não confundir Nina com Gina, novela das 18 horas de Rúbens Ewald Filho, produzida em 1978 com Chrstiane Torloni no papel-título.
 
TRILHA SONORA NACIONAL
 

01.Vamos Deixar de Intimidade - João Nogueira
02.Paciente - César Costa Filho
03.Brejeiro - A Cor do Som
04.Eu Dei - Marília Barbosa
05.Nêgo Véio Quando Morre - Os Originais do Samba
06.Apanhando Papel - Luiz Ayrão
07.Primeiro Amor - Altamiro Carrilho (tema de abertura)
08.Quem É - Sônia Santos e Grande Otelo
09.Atraente - Os Turunas da Paulicéia
10.Há Uma Forte Corrente Contra Você - Os Frajolas
11.Choro e Poesia - Altemar Dutra
12.Urubu Malandro - Betinho e Seu Conjunto
13.Flor Amorosa - Maria Martha
14.O Almofadinha - Ivon Cury

 
TRILHA SONORA INTERNACIONAL
 
01.Charleston - Enoch Light & The Light Brigade
02.Whispering - Bing Crosby
03.Yes Sir, That's My Baby - The Good Old Times
04.Swanee - Al Jolson
05.12th. Street Rag - Jerry Smith
06.Marie - Enoch Light & The Light Brigade
07.Baby Face - The Gatsby Brothers
08.Edelweiss - Myron Floren
09.Blue Skies - Frank Sinatra & Tommy Dorsey Orchestra
10.Sweet Georgia Brown - Traditional Jazz Band
11.It Had To Be You - Sammy Kaye
12.On The Sunny Side Of The Street - Louis Armstrong
13.'29 - Ralph Richardson
14.Mala Femenna - Giacomo Rondinella (tema de Nina e Bruno)
15.I'm Alone - Fleming
16.Come Back Please - Danny Davis

sábado 19 março 2011 06:02


O Bofe

NOVELA: O BOFE (1972)

Autoria: Bráulio Pedroso e Lauro César Muniz
Supervisão: Daniel Filho
Direção: Daniel Filho e Lima Duarte
Período de exibição: 17/07/1972 – 23/01/1973
Horário: 22h00
Nº de capítulos: 143
O Bofe era uma comédia que debochava dos conflitos entre a classe média dos subúrbios e a alta sociedade da zona sul do Rio de Janeiro. A novela era repleta de personagens excêntricos, no limite da caricatura, quase todos empenhados em conseguir ascender social e financeiramente de uma forma ou outra, chegando, em vários momentos, a situações que beiravam o absurdo. O tom crítico e sarcástico da história já ficava evidente nas chamadas que iam ao ar antes da estréia: “O Bofe: uma sátira de Bráulio Pedroso ao nosso meio-ambiente, contra a poluição social”.
 
Entre os protagonistas estão os mecânicos Dorival (Jardel Filho) e Demétrius (Cláudio Marzo). Grandes amigos e parceiros em uma oficina no subúrbio, os dois são perfeitas encarnações da gíria “bofe”: broncos, mal-educados, feiosos e com uma queda para a pilantragem. Dorival se veste impecavelmente com terno e gravata nos finais de semana para impressionar as moças ricas, que tenta conquistar nos seus passeios pela Zona Sul. Acaba se envolvendo e se apaixonando por Guiomar (Betty Faria), uma jovem viúva, também suburbana e tão insegura que precisa usar uma peruca loira para ganhar confiança na hora de procurar emprego. Demétrius, também conhecido como “o grego”, é especialista em reformar carros destruídos para revendê-los como se fossem novos. Esse seu “talento” acaba sendo recompensado quando ele é descoberto por um marchand e se torna famoso como artista plástico.

Essa crítica aos falsos artistas aparece também encarnada no personagem Bandeira (José Wilker), mistura improvável de hippie subversivo e decorador de interiores. Ele arranca dinheiro dos ricos deslumbrados que buscam o que há de mais moderno e “artístico” em decoração, mas não têm discernimento para perceber quando estão sendo enganados. O decorador aplica no apartamento dos clientes o seu peculiar estilo, que consiste em destruir a mobília e pintar toscamente as paredes de preto e branco. Quando não está enrolando os grã-finos, Bandeira ajuda o amigo Maneco (Cláudio Cavalcanti) nas tramas contra a sua tia Carlota (Zilka Salaberry). Maneco é o herdeiro da abastada senhora e, para apressar a morte da tia e botar a mão na herança, tenta todo tipo de sabotagem. Para seu desgosto, Carlota tem sorte e sempre escapa na última hora.
Também circulam pelo universo de O Bofe: a bizarra dona Stanislava (Ziembinski), mãe de Guiomar, que sonha com a chegada de um príncipe-trapezista e fica embriagada quando toma xarope; a macumbeira Gonzaguinha (Heloísa Mafalda); Suzana (Ilka Soares), dublê de socialite e jurada do show de calouros do programa do Chacrinha; e um falso padre (Paulo Gonçalves).
O Bofe era uma tentativa de aproveitar o filão inaugurado por Bráulio Pedroso e Lima Duarte com a novela Beto Rockfeller (1969), na TV Tupi. A dupla foi contratada para reeditar a parceria na TV Globo, mas a novela não obteve resultados de audiência à altura das expectativas da direção, talvez por causa do espírito experimental da trama, que às vezes chegava a extremos de puro improviso. José Wilker, que fazia o papel do hippie Bandeira, conta que nos scripts havia indicações como: “Então Bandeira entra na sala e fala o que quiser”.

Alguns dos planos malucos de Bandeira e Maneco para eliminar Carlota surgiram da cabeça dos próprios atores, como a vez em que a dupla decide ensaboar a escada da casa onde a velhinha morava, com a esperança que ela sofresse uma queda fatal. A cena teve que ser realizada em uma casa de verdade, nos arredores do Jardim Botânico porque o cenário do estúdio era todo feito de madeira.

Bráulio Pedroso precisou se afastar da novela por motivos de saúde e foi substituído pelo estreante Lauro César Muniz. Ele conta que procurou manter o tom irônico do texto, mas encaminhou a novela para uma direção menos fantasiosa, a fim de reforçar a identidade do público com os personagens. Ainda assim, o apelo fantástico prevaleceu no capítulo final, que teve três desfechos diferentes, dando ao telespectador a oportunidade de escolher o seu favorito. A última cena reuniu todos os personagens da novela, vivos e mortos.

Pouco depois da entrada de Lauro César Muniz, José Wilker ficou insatisfeito com as mudanças no perfil do seu personagem e pediu para deixar a novela. Autor e diretores se reuniram para discutir o destino mais coerente para Bandeira e decidiram que o personagem deveria morrer. Em sua última cena, o hippie ouvia, ao pé do ouvido, uma piada contada por Maneco e, literalmente, morria de rir.

Por alguma razão, o nome do ator grego Lajar Muzuris aparece nos créditos de todos os capítulos de O Bofe, embora ele não tenha atuado em uma cena sequer da novela. O ator, que já havia feito sucesso em Assim na Terra Como no Céu (1970), de Dias Gomes, brinca dizendo que Bráulio Pedroso simplesmente se esqueceu dele.

Composta especialmente para a novela, a trilha sonora de O Bofe trazia doze músicas inéditas de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, interpretadas por cantores como Elza Soares (Rainha da Roda), Os Vips (Grego Só) e até o compositor Nelson Motta (Madame Sabe Tudo).
 
 
Elenco: Ana Maria Magalhães (Ana), Antônio Pedro (Pedroca), Antônio Vítor (padre), Betty Faria (Guiomar), Betty Saady, Cláudio Cavalcanti (Maneco), Cláudio Marzo (Demétrius), Darlene Glória, Édson França (Bianco), Elizângela (Sandra), Heloísa Mafalda (Gonzaguinha), Ilka Soares (Suzana), Jardel Filho (Dorival), José Lewgoy, José Wilker (Bandeira), Juan Daniel, Márcia Rodrigues, Margarida Rey, Margot Baird (Margot), Marilu Bueno (Marilu), Milton Moraes (Sérgio), Myrian Pires (Clara), Nilson Condé (Caíto), Paulo Gonçalves (Inocêncio), Paulo Ramos, Paulo Vilhaça (Paulo), Renée de Vielmond (Débora), Suzana Vieira (Marilene), Vera Manhães (Martinha), Walter Stuart (Gino), Ziembinski (Tia Stanislava), Zilka Salaberry (Carlota).
 
 
CURIOSIDADES


O Bofe foi a primeira e última telenovela dirigida por Lima Duarte na Rede Globo. Já tinha tido a experiência com Toninho on the Rocks (1970), na Tupi. Não fez grande sucesso, tendo a emissora inclusive afastado o autor e o substituído por Lauro César Muniz, que deu seguimento ao absurdo contado, porém usando uma lógica encomendada pelos diretores da emissora.

Inconformado com a saída de Bráulio Pedroso, José Wilker pediu para deixar o elenco da telenovela. Seu personagem "morreu de tanto rir".

Stanislava é a primeira personagem travestida da história da telenovela brasileira. Um homem, Ziembinski, vivia uma velhinha polonesa que se embebedava de xarope e sonhava com um trapezista.

A palavra "bofe" era uma gíria da época e designava mulher feia, sem jeito, desengonçada, mal arrumada - ou seja, exatamente a caracterização de Stanislava. Sinônimo de "bucho", "bagulho".

Há alguns anos o termo "bofe", passou a ser usado pela comunidade gay para designar homem bonito, atraente e másculo. Depois as mulheres também passaram a aderir ao uso do vocábulo no mesmo sentido usado pelos gays.

A trilha sonora da novela foi toda composta pela dupla Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

TRILHA SONORA NACIONAL
 
01.Fala Dorival - Renata & Flávio (tema de Dorival)
02.Instantes - Jacks Wu
03.Rainha da Roda - Elza Soares
04.Porcelana, Vidro e Louça - Osmar Milito, Luna e Suza
05.Madame Sabe Tudo - Nelson Motta (tema de Stanislava)
06.O Bofe - Osmar Milito e Quarteto Forma (tema de abertura)
07.Perdido no Mundo - Eustáquio Sena
08.Quem Mandou - Djalma Dias
09.Só de Brincadeira - Sandra
10.Moço - Betinho
11.Grego Só - Os Vips (tema de Demétrius)
12.Mapa do Tesouro - Claudio Faissal



TRILHA SONORA INTERNACIONAL

 
01.Alone Again (Naturally) - Excelsior
02.Rocket Man (And I Think It's Going To Be a Long, Long Time) - Elton John (tema de Demétrius)
03.Arabian Melody - Pop Concert Orchestra (tema de Stanislava)
04.Baby Let Me Take You - Detroit Emeralds
05.Your Wonderful Sweet Sweet Love - The Supremes (tema de Guiomar)
06.Sweet Concert - Free Sound Orchestra
07.Summer Concert - Alain Patrick
08.Waitin' Line - Spider's Gang
09.I'll Be Here - Jim Sullivan (tema de Dorival)
10.Precious Little Things - The Supremes
11.It's Gonna Take a Miracle - Honey & The Bees
12.Love Song - The Jackson Five
13.MacArthur Park - Dionne Warwick

sábado 19 março 2011 06:00


novela escalada

Autoria: Lauro César Muniz
Supervisão: Daniel Filho
Direção: Régis Cardoso
Período de exibição: 06/01/1975 – 26/08/1975
Horário: 20h00
Nº de capítulos: 199

TRAMA

Na sua estreia no horário das 20h00, o autor Lauro César Muniz narrou a longa trajetória de um homem que conhece o fracasso, dá a volta por cima e busca a vingança ao longo de três décadas, marcadas por momentos importantes na história do Brasil. No início dos anos 1940, o jovem caixeiro-viajante Antônio Dias (Tarcísio Meira) chega à cidade de Rio Pardo, no interior de São Paulo, disposto a crescer na vida. Dinâmico e com jeito para os negócios, ele começa a incomodar o cafeicultor Armando Alcântara Machado (Milton Moraes), o homem mais poderoso da região, e os dois se tornam inimigos. Isso não impede que Antônio se apaixone por Marina (Renée de Vielmond), a irmã do rival. Embora também esteja apaixonada, ela cede à pressão do irmão e se casa com o fazendeiro Pascoal Barreto (Cecil Thiré), com quem vai morar nos Estados Unidos. Desiludido, Antônio se casa mais tarde com Cândida (Suzana Vieira), dona da fazenda Santa Isabel.

A crise mundial do café está em curso e o mercado procura novas formas de diversificar a economia. Antônio decide apostar todas as suas fichas e começa a plantar algodão na fazenda de Cândida, mas sua inexperiência, somada à oposição constante de Armando, o levam a perder a safra e a falir. Forçado a vender a fazenda e as terras ao inimigo e envergonhado da própria desgraça, ele vai embora de Rio Pardo para tentar recomeçar a vida em outro lugar.

A segunda fase da novela começa em 1956. Antônio Dias é agora um pequeno empresário baseado no Rio de Janeiro, capital da República. Já maduro, ele parece ter perdido o velho ímpeto empreendedor e se tornado um homem amargurado e frustrado. Não superou os fracassos do passado e não se satisfaz com a vida confortável que leva com a mulher, o filho Ricardo (Mário Cardoso) e o sogro Artur (Ênio Santos). Também não conseguiu jamais esquecer Marina. Seu casamento com Cândida está acabando e os dois frequentemente discutem a hipótese do divórcio, na época tema de acalorados debates no Congresso Nacional.

A vida de Antônio muda quando ele conhece o industrial italiano Valério Fachini (Sérgio Britto), dono de uma firma de materiais de construção. Os dois se tornam sócios e decidem se arriscar numa aventura: participar da construção da nova capital prometida pelo presidente. Antônio, então, viaja para o local onde está sendo construída Brasília e passa a representar a empresa de Fachini no fornecimento de material para as obras. Quando a capital é concluída, ele já é um homem rico. No meio tempo, ele se separa de Cândida e reencontra Marina, que voltara separada dos Estados Unidos. Os dois descobrem que ainda se amam.

Os 12 capítulos finais de Escalada constituem a terceira fase da história de Antônio Dias. Aos 70 anos, ele mora com Marina, Vivian (Kátia D’Ângelo) – filha dos dois – e Ricardo, em uma fazenda perto de Rio Pardo. Lá, ele trama a vingança que significará sua realização pessoal e arremata as terras de Armando Alcântara Machado.
Elenco: Alfredo Murce, André Valle (Zoreia), Antônio Carlos Abreu (Júlio), Antônio Vítor (Padre Leopoldo), Apolo Correia (Alípio Camargo), Ariberto Sthepan (Rodolfo), Carlos Duval (Venâncio Gomes), Cécil Thiré (Pascoal Barreto), Cristina Bittencourt (Vívian 1ª fase), Débora Duarte, Elza Gomes, Elias Soares (Cristian), Ênio santos (Artur), Ernesto Imbassay (Gastão), Fernando Vilar, francisco Moreno, Francisco Nagem (Zé Forquilha), Gilda Sarmento (Leonor), Hélio Ary (Juiz), Heloísa Helena, Henriqueta Brieba, Isolda Cresta (Serafina), Jorge Coutinho (Bastião), Jorge Ramos, Júlio César (Ricardo Dias 1ª fase), Kátia D'Angelo (Vívian), Leonardo Villar (Alberto), Luiz Magnelli, Lutero Luiz (Miguel Pereira / Prof. Tadeu), Maria Helena Dias (Odete), Maria Zilda Bethlem, Mário Cardoso (Ricardo Dias), Mário Lago (Chico Dias), Milton Moraes (Armando), Myrian Pérsia (Celina), Nathália Timberg (Fernanda), Nelson Dantas (Zé Sereno), Ney Latorraca (Felipe), Oswaldo Louzada (Gabino), Otávio Augusto (Horácio), Patrícia Bueno, Paulo Ramos (Mário), Renée de Vielmond (Marina), Reny de Oliveira (Paula), Roberto Pirillo (Sérgio), Rogério Fróes, Rosamaria Murtinho (Arlete), Rosita Thomaz Lopes (Noêmia), Sandra Barreto (Anita), Sandra Bréa (Roberta), Selma Ohana, Sérgio britto (Valério), Suzana Vieira (Cândida), Suzy Arruda (Querubina), Suzy Kirby, Tarcísio Meira (Antônio Dias), Tessy Calado (Marieta), Tony Ferreira (Bruno), Vera Gimenez (Carla), Zanone Ferrite (Valdir), Zeny Pereira (Braulina).


CURIOSIDADES

Escalada é considerada a melhor novela de Lauro César Muniz e uma verdadeira obra-prima da televisão brasileira.Sua maior qualidade residiu no fato de conciliar com maturidade o romance, temas políticos e a crítica social. Para escrevê-la, o autor baseou-se na história de vida de seu pai, um imigrante português, e na própria trajetória do país, da década de 1930 (Era Vargas) até o momento em que a trama foi produzida, os anos 70.

Foi a última novela produzida em preto-e-branco pela Rede Globo no horário "das oito".

Consagrou Tarcísio Meira como ator e deu uma alavancada definitiva na carreira de Suzana Vieira, que, com sua interpretação da interiorana Cândida, conseguiu mudar os rumos da história.

A certa altura da história, Antônio se envolve com a construção da nova capital do país, Brasília. Porém, o nome do ex-presidente Juscelino Kubitschek não podia ser mencionado no texto, por imposição da Censura. A novela fez menção à figura do ex-governador paulista Adhemar de Barros.

A emissora reapresentou Escalada em 1980, num compacto de 90 minutos que integrou o Festival 15 Anos.

Em 2006 a Rede Record exibiu uma reedição da história, intitulada Cidadão Brasileiro, com Gabriel Braga Nunes no papel de Antônio.

No filme O Marginal, de 1974, estrelado por Tarcísio Meira, o co-autor Lauro César Muniz experimentou muitos elementos e a estrutura narrativa que usaria em Escalada para contar a história do protagonista, que no filme era um fracassado e desajustado socialmente.
 
O ator Ney Latorraca estreou na TV Globo em Escalada.


Susana Vieira fazia par romântico com Tarcísio Meira. Muito mais baixa que o galã, ela conta que tinha que subir numa lista telefônica durante as cenas de beijo.

Sandra Bréa entrou na segunda fase da trama como Roberta.


TRILHA SONORA NACIONAL
 
01-"Loura Ou Morena" - Trama
02-"Procissão de Saudade" - Sílvio Caldas
03-"Velho Realejo" - As Três Meninas
04-"Marina" - Dick Farney
05-"Pedreira" - Coral Som Livre
06-"Adeus Batucada" - Carmen Miranda
07-"Escalada" - Orquestra Som Livre
08-"Beatrice" - Walker
09-"Renúncia" - Nelson Gonçalves
10-"Aos Pés da Cruz" - Orlando Silva
11-"A Voz do Violão" - Francisco Alves
12-"Lábios Que Beijei" - Orlando Silva
13-"Dobrado 27 de Janeiro" - A Bandinha
14-"Festa de Algodão" - Ruy Maurity

TRILHA SONORA INTERNACIONAL

01-"Blue Suede Shoes" - Elvis Presley
02-"Bésame Mucho" - Ray Conniff and Orchestra
03-"Stupid Cupid" - Neil Sedaka
04-"Blue Gardenia" - Nat King Cole
05-"Banana Boat-Day-O" - Harry Belafonte
06-"Diana" - Paul Anka
07-"Only You" - The Platters
08-"Rock Around The Clock" - Bill Halley & His Comets
09-"Matilda" - Harry Belafonte
10-"Kiss Me Quick" - Elvis Presley
11-"Moonlight Serenade" - The Glenn Miller Orchestra
12-"Oh! Carol" - Neil Sedaka
13-"Tenderly" - Nat King Cole
14-"Put Your Hand On My Shoulder" - Paul Anka


REVISTAS DA ÉPOCA

sábado 19 março 2011 05:58


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